
O calendário nacional é repleto de Festas Populares que movimentam a economia, a cultura e fazem a alegria de muitas pessoas. Mas alguns podem se perguntar: o Espiritismo condena as festas populares? Leia este post e descubra!
O que são Festas Populares?
Chamamos de Festas Populares os eventos relacionados à identidade cultural do Brasil, proporcionando cultura e diversão.
Elas ocorrem de norte a sul do país, são muito diversas e costumam arrastar multidões. Listamos 5 das festas brasileiras mais famosas:
- Carnaval (Brasil)
- Festa Junina (Brasil)
- Virada Cultural (São Paulo iniciou e já ocorre em outras cidades)
- Parintis, no Amazonas
- FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty (RJ)
Sem dúvida alguma, dessa lista as mais famosas são as duas primeiras, Carnaval e Festa Junina. E, provavelmente, por isso, acabam sendo debatidas entre os espíritas – especialmente o Carnaval, visto como uma festa impura e, por isso, negativa. Será?
A Doutrina Espírita é contra o Carnaval?
Muitos espíritas afirmarem que a Doutrina Espírita é contra o Carnaval e, até mesmo, que nos dias de folia espíritos obsessores são “soltos” para atormentar encarnados que estão curtindo a festa. Sendo assim, ainda segundo o veredito desses companheiros, os espíritas não devem curtir o Carnaval.
Mas será, de fato, que o Espiritismo condena o Carnaval? O problema é a festa ou o comportamento de alguns participantes?
A festa mais popular do Brasil nasceu como forma de alegrar as pessoas com música, dança, fantasias. Foi com o tempo, e o seu crescimento, que a festança ganhou contornos mais sensuais, mas ainda há muitas pessoas que vem a iniciativa como forma de diversão, sem segundas intenções.
Portanto, seguindo os ensinamentos que a Doutrina Espírita nos proporciona, o que vale é a intenção da pessoa. Se ela participa da festa com o desejo de se divertir, respeitando a si mesma e os demais participantes, não há de errado nisso.
Mesmo porque é possível estar em um local tranquilo, como o Gabi, em uma praia ou praça – e por falar nisso, conheça a praça adotada pelo nosso Centro Espírita– mas com o pensamento voltado para coisas negativas.
Ou seja, tudo o que vale é a intenção e o bom senso na hora da folia.