Necessidades Especiais à luz do Espiritismo – saiba mais!

O tema necessidades especiais à luz do Espiritismo chama a atenção de muitas pessoas.

Afinal, como entender que pessoas tenham deficiências físicas ou intelectuais enquanto outras não possuem essas dificuldades?

A Doutrina Espírita explica essas diferenças de modo racional e neste artigo vamos fazer um breve resumo de duas lives realizadas pelo Gabi – Centro Espírita Gabriel Ferreira, localizado na zona norte de São Paulo.

Acompanhe para saber mais.

Espiritismo e Necessidades Especiais

Necessidades especiais não é castigo

Quando pensamos em explicações das deficiências físicas luz do Espiritismo , o primeiro ponto é esclarecer que as dificuldades físicas ou intelectuais não são castigo de Deus.

Tampouco significa que a pessoa está sofrendo as consequências de erros de existências passadas. Pode até ser efeito da Lei de Causa e Efeito, mas também pode ser o pedido do Espirito reencarnante passar por essa experiência para seu aprendizado e evolução.

Outro ponto importante das necessidades especiais à luz do Espiritismo é que as deficiências físicas, como o próprio nome diz, são restritas ao corpo carnal. Ou seja, o Espírito não possui essas dificuldades.

Contudo, o Espírito tem deficiências morais. E estas, sim, acompanham o ser espiritual, enquanto não forem superadas – mas elas serão, tenha esperança!

Esse assunto tão importante foi o tema da Live intitulada Corpo Físico: instrumento de trabalho. O expositor foi Sergio Ramos de Faria, Serginho, que perdeu a visão quando era pequeno e milita em prol da inclusão social.

Vale a pena ver a íntegra da exposição no canal do Youtube do Gabi– acesse AQUI!

Autismo não é doença. É apenas diferença.

Autismo não é doença. É apenas diferença!

Também sobre o tema necessidades especiais à luz do Espiritismo, aproveitemos o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo para refletir sobre o assunto.

Para isso, convidamos Devanir P. Nascimento e Janaína P. Santos, pais de Guilherme (12 anos), diagnosticado com Autismo aos 2 anos. A experiência do casal revelou muitos dados interessantes na Live Autismo não é doença. É apenas diferença! Eis um resumo a seguir.

Para começar, faltam políticas públicas para os portadores e para a família do autista, porém é importante conhecer a legislação existente para saber os direitos da pessoa com Autismo. A Lei 12,764/2012, chamada de Lei Berenice, é uma delas.

Além disso, segundo os pais, é possível obter informações e até apoio em Universidades e nos CAPs – Centros de Atenção Psicossocial. Outro ponto de importância é buscar uma rede de apoio na própria família, bem como em grupos de pais que enfrentam o mesmo desafio.

Estimular o autista é essencial

A falta de conhecimento, bem como o preconceito são duas questões muito sérias e que precisam ser combatidas com informação confiável.

Por exemplo, cada caso de espectro autista tem suas particularidades. Assim, alguns autistas podem viver com independência, já outros têm dificuldade e precisarão de apoio.

É preciso oferecer uma educação equilibrada, estimular o autista e oferecer as melhores condições possíveis para que ele se desenvolva e seja feliz.

Afinal, devemos lembrar que a necessidade especial à luz do Espiritismo nos ensina que o corpo físico é um instrumento de trabalho e canal de aprendizado, em qualquer situação.

E esse aprendizado se estende aos pais, que aceitam a responsabilidade de receber um filho especial, aprendendo e crescendo juntamente com ele.

As duas lives que citamos neste post, sobre as necessidades especiais à luz do Espiritismo, bem como muitos outros, você acompanha em nosso canal do YouTube.

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